domingo, 5 de junho de 2011

Paris


Quando me senti atraída por Paris.

Há algum tempo, resolvi  que eu teria   que  fazer algum trabalho pelos menos favorecidos.
Procurei    a D. Rosinha,  que participava da comunidade Cristo Redentor, especialmente na conferência Vicentina, aqui em Uberaba.
Fui convidada a fazer parte da SSVP,   aceitei  de cara.  Para conhecer a SSVP, passei por muitos momentos de preparação; conheci a vida de São Vicente de Paula, Frederico Ozanam  e como era a vida em Paris   por volta de 1800.
Como os problemas sociais sempre me incomodaram,  fiquei encantada com a obra vicentina, especialmente porque  não é uma obra puramente assistencialista, ela visa, sobretudo, resgatar a dignidade humana,  por meio da sua promoção.
A SSVP, só deixa um assistido  quando consegue  promovê-lo,  por   meio emprego,  ou por  outro encaminhamento.
Nessa época eu não sabia ler  corretamente aqueles nomes  em francês,  envolvidos na história da SSVP. Foi aí que  eu senti que teria    que estudar   Francês.
A princípio, não imaginei que iria algum dia em Paris,  saber ler  já era suficiente  pra sair do analfabetismo funcional.
A  dupla jornada na escola,  me impediu de continuar na SSVP,  somente pelo fator  incompatibilidade de horário.  Estudar Francês  ficou sendo meta, mas para o futuro.

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