Quando me senti atraída por Paris.
Há algum tempo, resolvi que eu teria que fazer algum trabalho pelos menos favorecidos.
Procurei a D. Rosinha, que participava da comunidade Cristo Redentor, especialmente na conferência Vicentina, aqui em Uberaba.
Fui convidada a fazer parte da SSVP, aceitei de cara. Para conhecer a SSVP, passei por muitos momentos de preparação; conheci a vida de São Vicente de Paula, Frederico Ozanam e como era a vida em Paris por volta de 1800.
Como os problemas sociais sempre me incomodaram, fiquei encantada com a obra vicentina, especialmente porque não é uma obra puramente assistencialista, ela visa, sobretudo, resgatar a dignidade humana, por meio da sua promoção.
A SSVP, só deixa um assistido quando consegue promovê-lo, por meio emprego, ou por outro encaminhamento.
Nessa época eu não sabia ler corretamente aqueles nomes em francês, envolvidos na história da SSVP. Foi aí que eu senti que teria que estudar Francês.
A princípio, não imaginei que iria algum dia em Paris, saber ler já era suficiente pra sair do analfabetismo funcional.
A dupla jornada na escola, me impediu de continuar na SSVP, somente pelo fator incompatibilidade de horário. Estudar Francês ficou sendo meta, mas para o futuro.
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